Associação dos Amigos do AlviAzul

2012/04/15

ATA DE FUNDAÇÃO

Aos 17 de março de 2012, nas mesas do já abandonado Estádio Florestal, casa histórica do Clube Esportivo Lajeadense, funda-se a ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO ALVIAZUL, concretizando ideia desenvolvida durante viagens para jogos fora de casa do clube durante o Gauchão 2012.

Na presença dos fundadores, torcedores e sócios alviazuis FÁBIO HERRMANN KLAUS, GUILHERME DAROIT, GUSTAVO PFLUGSEDER, JONES FIEGENBAUM, RODRIGO SIVINSKI, conselheiro do C. E. Lajeadense, e JEFERSON AREND, institui-se uma associação sem fins lucrativos, que pretende reunir todos os VERDADEIROS torcedores alviazuis e participar ativamente de todos os passos do clube que afetem a sua gente, de forma a resgatar o seu passado e engrandecer o seu futuro.

Após anos de má gestão, em que o clube caiu em completo descrédito com torcedores e sociedade, chegando ao cúmulo de fechar as suas portas em 2008, o C. E. Lajeadense vive hoje um momento especial em sua história. Com o trabalho exemplar da atual gestão dentro de campo e no vestiário, garantimos o acesso na Segundona, e realizamos dois Gauchões consecutivos com bons resultados, classificações e nenhum risco de rebaixamento, além de nos mudarmos para um nova casa, deixando pra trás o eterno Florestal, e a obtenção do vice-campeonato na Copa Laci Ughini de 2011. Vivemos um momento de sucessos e estabilidade ímpar em nossa história.

Fora de campo, porém, ainda há muito o que ser feito. Talvez por falta de tempo, apoio ou pessoal, o Lajeadense e seu quase inexistente Departamento de Marketing vêm perdendo muitas oportunidades de aproveitar o bom momento e a empolgação de toda a comunidade do Alto Taquari para maximizar e acelerar o seu crescimento, algo muito sentido por nós, torcedores fanáticos do Clube. Além disso, há também um movimento, espontâneo ou não, de elitização do C. E. Lajeadense, o que vai contra tudo o que acreditamos ser um clube esportivo. Por tudo isso, após muitos dias de conversa e troca de idéias, decidiu-se pela fundação dessa Associação.

Como instituição, pretendemos ser a porta-voz de todos os VERDADEIROS torcedores do C. E. Lajeadense, de forma que nos reservamos o direito de aceitarmos a associação, eternamente gratuita e espontânea, apenas de sócios do Clube que reconhecidamente partilhem de nosso sentimento de amor pelo Alviazul. Assim, também nos reservamos o direito de recusar a associação de torcedores de outros clubes, detratores do C. E. Lajeadense e quaisquer outras pessoas que futuramente tenham algum interesse na participação que não seja o de ajudar ativamente no processo de engrandecimento do Clube.

Acima disso, seremos uma instituição democrática, sem preconceitos e sem fins externos ao C. E. Lajeadense. Nenhuma associação será recusada por conta de visão política, cor, sexo, religião (ou não-religião), classe social, modo de vida, formação, filiação ou qualquer outro motivo que não a falta de apoio e real sentimento em relação ao Clube. Não haverá, também, nenhuma diretoria ou qualquer outro tipo de hierarquia dentro da Associação, de modo que todas as opiniões tenham o mesmo valor em um sistema completamente horizontal de administração. Não abrimos mão, porém, de termos sempre pelo menos uma cadeira no Conselho Deliberativo do C. E. Lajeadense, para garantirmos a nossa representatividade institucional e nosso direito à voz nos passos do Clube.

Não pretendemos, também, influir no que é feito dentro do vestiário, no futebol, pois isso é papel da direção do C. E. Lajeadense, que o cumpre com grande êxito e apoio da torcida. Nossa intenção, assim, é auxiliá-los – e, quando necessário, fazermos nós mesmos – em tudo o que julgarmos positivo no que diz respeito à torcida do Clube, ao crescimento da marca e ao resgate da história, de forma a engrandecermos o futuro do C. E. Lajeadense.

Dessa forma, nos propormos a ajudar, criar alternativas e estratégias e participar ativamente na valorização dos sócios, de forma a atrair um número cada vez maior de associados ao Clube; na real democratização do Clube, não permitindo que entre na tendência atual do futebol brasileiro de elitização e exclusão de grande parte do povo de seu dia-a-dia; na constante evolução e aprimoramento do patrimônio do Clube; na criação e modernização de nossos símbolos; no desenvolvimento de produtos; no resgate das tradições do Clube, como a camisa de jogo titular inteiramente em um tom celeste vivo; na formação de novos torcedores e simpatizantes; no apoio ao Clube e seus times, estejam onde estiverem, com presença de torcedores em todos os jogos, em casa ou fora; na criação de um novo espírito de apoio no Estádio Alviazul, acabando com as vaias, a falta de seriedade e a cultura de “passeio familiar ao cinema” que em nada ajuda o time; e em não deixar que a história do Clube, seus ídolos, marcos, feitos e personalidades caíam no esquecimento. Todas essas, áreas em que a direção do C. E. Lajeadense, a nosso ver, não consegue atuar atualmente, de forma que oferecemos nosso apoio, trabalho e tempo para garanti-las.

Faremos isso de duas formas: em um primeiro momento, apresentaremos propostas, pontuais e bem definidas, à direção do C. E. Lajeadense, para que decidam se o Clube pode e tem interesse em assumi-las e garantir a sua execução. Em caso negativo, partiremos para um segundo momento, no qual nós mesmos assumiremos a execução das estratégias, independentemente de quanto tempo demore, em forma de força-tarefa, nos dedicando exclusivamente a uma por vez, passando para outra apenas quando a anterior já estiver atingida. Para isso, tentaremos patrocínio de empresas, contrapartidas do Clube, trabalho voluntário de parceiros, mobilização popular ou mesmo o autofinanciamento, tirando o dinheiro necessário de nosso próprio bolso.

Temos, atualmente, mais de duas centenas de estratégias e metas definidas a partir do diálogo e da percepção de necessidades do C. E. Lajeadense perante sua torcida, sua história e até mesmo outros clubes. Apenas como exemplo, listamos aqui algumas delas: a atualização do ultrapassado Estatuto do Clube, que permite a construção de um Conselho Deliberativo sem função real; a atualização e regravação de nosso hino; a recriação de uma bandeira oficial, um mascote e outros símbolos para o Clube; a identificação e personalização do Complexo Esportivo Nilson Giovanella, com a criação de pórticos de entrada, colocação de uma grande bandeira e a pintura de um grande escudo na parede do elevador voltada para o estacionamento; na obtenção de um ônibus personalizado com o escudo e as cores do Clube, de forma a transmitir seriedade e respeitabilidade entre os adversários nos jogos fora de casa; na garantia dos torcedores em assistirem o jogo atrás do gol e na arquibancada inferior, não obrigando-os a permanecer na desrespeitosa Social; na valorização dos sócios, garantindo estacionamento gratuito, mensagens de aniversário, desconto na compra de produtos e outras tantas vantagens e estratégias de aproximação entre clube e associados; na criação de faixas e cantos, além da garantia de presença de torcedores em qualquer cidade em que o C. E. Lajeadense atue; na democratização do preço dos ingressos, garantindo sempre estádio lotado e permitindo que QUALQUER pai e mãe possam comparecer e levarem seus filhos aos jogos, sem que isso gere um problema em seu orçamento familiar; na valorização dos torcedores das cidades vizinhas, possivelmente alterando o nome de nossa casa para Estádio Alto Taquari; na criação de livros, entrevistas e material com quem fez e faz a história do C. E. Lajeadense, como jogadores, dirigentes, torcedores, apoiadores, de hoje e de ontem, de forma a garantir que não desapareçam do imaginário local; no estreitamento da relação do Clube com essas mesmas pessoas, garantindo também que participem do dia-a-dia do Clube, exemplificados pela volta do Churrasquinho do Maninho, ícone do Florestal, às dependências do Clube em dias de jogos; e na formação de novos torcedores, através de parcerias com as prefeituras de Lajeado e cidades vizinhas, garantindo ingressos gratuitos, transporte e entrada no gramado com os jogadores a crianças de escolas públicas locais em jogos em que não haverá lotação, permitindo assim que muitas delas entrem pela primeira vez em um estádio de futebol e passem a ter um carinho maior pelo Clube.

Nossa primeira estratégia, o constrangimento a quem frequenta as partidas do Clube com camisetas de outros clubes gaúchos, de forma a garantir que esse se torne um hábito cada vez mais raro e reprovado pelos torcedores, já está em andamento há alguns jogos, antes mesmo da criação formal da Associação. As outras, colocaremos em pauta no futuro, após reunião com a Direção do C. E. Lajeadense para apresentação formal de nossas propostas.

Esperamos e acreditamos que, a partir de hoje, o Clube Esportivo Lajeadense nunca mais será o mesmo, transformando-se em um clube de futebol modelo para o Brasil e o mundo, que irá na contramão da tendência moderna do futebol que se importa apenas com o dinheiro, a elitização, a falta de transparência e em transformá-lo em palanque eleitoral. Estamos dispostos e oferecemos nossos escassos tempo livre e dinheiro para garantir que sejamos um clube cada vez maior e melhor. Contamos com o apoio, interesse, associação e divulgação de todos os verdadeiros torcedores do centenário e eterno Clube Esportivo Lajeadense.

Saudações Alviazuis!

Assinam os fundadores.

Lajeado, 17 de março de 2012.


Associação dos Amigos do AlviAzul

2012/04/15

Associação dos Amigos do AlviAzul


Carta do Presidente do CE Lajeadense

2009/12/17

Prezado Torcedor!

Com o final da primeira etapa dos trabalhos que desenvolvemos à frente do Clube Esportivo Lajeadense, gostaríamos de apresentar-lhe um pequeno relato e, simultaneamente, reforçar a confiança nesta relação que possibilitou a reabilitação desta grande instituição de nossa comunidade.

Presidente Nilson Giovanella

Em 2009, após o trabalho intenso de abnegados colaboradores, conseguimos reestruturar o clube administrativamente, compor a equipe de futebol, vender a área do estádio, sanar as dívida s trabalhistas e dar início ao projeto do novo estádio – a arena.

Ainda neste ano, participamos da segunda divisão gaúcha com uma equipe jovem, que ganhou experiência e, já na Taça Arthur Dallegrave, mostrou um grande desempenho e conquistou o terceiro lugar.

Além disso, estamos finalizando o planejamento para tirar o Lajeadense da 2ª divisão em 2010, a fim de que, em 2011, ano do centenário, estejamos na 1ª divisão, vibrando com os jogos em nossa novíssima arena – estádio que será um dos orgulhos do Vale do Taquari.

Caro torcedor! Sua participação tem sido primordial para que tenhamos chegado até aqui. Porisso, neste final de ano, renovamos nossos desejos de continuarmos contando com a sua força e com a garra de “torcedor louco de paixão”.

Boas Festas e feliz 2010!

Atenciosamente.

Nilson Giovanella
Presidente

Lajeadense, dezembro de 2009.


[Dínamo 2010]

2009/11/28

Diego e Paulinho,

fico muito feliz de ter participado este ano do Dínamo. Não consegui contribuir de uma forma significativa como vocês esperavam, mas, principalmente, como eu esperava. Aprendi bastante com todos, fiz muitos amigos e gostei do ambiente do grupo (corneta e amizade).

Ano que vem não jogarei no Dínamo, e antes que pensem que estou trocando o Dínamo por outra equipe, a verdade é que apenas treinarei alguma equipe em 2010. Não tenho mais futebol/motivação para jogar.

Então se ano que vem participar do campeonato e de alguma equipe será apenas como treinador.

Um forte abraço a todos da família “dinamense”.

Rodrigo “Chuvisco” Sivinski.


A estréia de Morientes

2009/09/03

Lajeado, CTC – No último sábado(29/08) ocorreu a “super” estréia de Samuel “Morientes” Danieli. O novo centro-avante da SER Decepção, que disputa a 4ª divisão do mini-futebol do Clube Tiro e Caça.

Samuel, responsabilidade de vestir a 10 do DCP.

Samuel, responsabilidade de vestir a 10 do DCP

Bem, o que falar de uma estréia. Foram pouco mais de 25 minutos, tempo mais do que suficiente para deixar o nosso atacante cansado. Foram duas chances claras de gol: uma troca de passes rápida que deixo nosso frente na cara do gol, mas que pecou na finalização; e uma falta que segundo ele mesmo conta: “peguei mal na bola.

Mesmo não tendo marcado na estréia, Samuel deu um novo ânimo ao grupo do DCP, que busca somar os primeiros pontos nesta segunda fase.

O camisa 10 do Decepção traçou uma meta: 8 gols em 10 jogos. Um jogo já foi.

Att.:
Sivinski


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